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Cuide de você e dos seus. Cuide do outro. Conhecido e desconhecido.

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Esse texto ficou meio esquisito de começar. O meio dele já tá na minha cabeça, mas a introdução ficou estranha. A principio seria um storie no Instagram, mas ficou grande e acabei excluindo sem querer. Pensei nessa hora em esquecer, vai que não era pra ser. Sei lá porque não consegui esquecer. Pode ser o ano novo astrológico?! Pode ser a necessidade concreta de muitos, a consciência disso?! Tudo junto? Acabei levantando e vindo ligar o laptop, e aí achei que não era pra ser mesmo.  30 minutos no aguarde... Aguarde... Aguarde... Aguarde... Desliguei e liguei de novo.  Dessa vez com o combinado traçado com o Universo, se ligar escrevo e publico. Senão esqueço. Já não tenho tempo mesmo, tô é caçando sarna pra me coçar. Mas como muita coisa na minha vida, o laptop pegou no tranco e aqui vamos nós. Estamos diante de uma situação completamente inusitada e sem precedentes. Brinquei com várias pessoas ontem que a gripe espanhola ...

40 motivos para amar esse homem

Depois de um retiro de silêncio, encontrar palavras não é uma tarefa fácil, mas necessária já que hoje é dia do amor da minha vida. A causa é nobre. Pensando bem, as palavras sempre são pobres quando o que queremos expressar ultrapassa a razão e nossas construções mentais. E nossa relação surpreendeu e tem me deixado sem palavras há muito tempo. Não que eu preferisse tê-las mas é uma quebra de rotina um tanto radical pra quem teve sempre boas respostas. E realmente eu amo e agradeço por isso. Resolvi brincar com as palavras e sua nova idade, estava pensando nos motivos pra te amar, no nosso dia a dia e acabou que veio isso. 40 motivos para amar esse homem 1. Ele me ama (me amar e desse jeito não é pra qualquer um). 2. Ele é meu monge tibetano favorito, o que falta em palavras sobra em paciência. Dá pra entender porque a combinação é boa. 3. Ele é quentinho sempre e parece ter uma lareira interna produzindo calor em qualquer temperatura ambiente. 4. Ele é bom em todos os ...

5 anos de tia Malieli.

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Retomando... Faz muito tempo que não animo em publicar nada. A crise no Brasil me deixou com um pouco de preguiça de tudo. E não me refiro a crise politica e econômica, me refiro também a crise de valores, bom senso e interpretação de texto. Escrever pra quê né. Refleti no ultimo texto que escrevemos pra nós e publicamos para os outros. Hoje então eu tenho um lindo motivo para escrever e publicar, tão lindo que me fez entrar aqui, me fez ler e publicar um texto antigo e agora me faz continuar escrevendo mesmo faltando apenas 30 minutos para começar a trabalhar. Hoje é aniversário do meu sobrinho! Meu primeiro sobrinho. O Vivicio. Palmeirense. Pistolinha. Rabugento. Folgado. Lindo. Amado. Inteligente. Encantador. Já falei amado? Amado e amado. Eu fui tia depois de ser mãe (tenho a sensação de já ter escrito sobre isso). Diferente das minhas irmãs que foram mães depois de serem tias. Mérito meu, entendedores entenderão. Eu tenho algo sobre o ser mãe muito cristalizado e...

Porque o hoje é presente.

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Faz muito tempo que não publico, mais do que todas as vezes. Nem vou me desculpar ou justificar, vida real como a de todos, e desde o inicio o blog era pra ser um espaço de compartilhamento, elaboração e prazer e assim o mantenho. Propositalmente eu coloquei publico, porque escrever para mim é quase algo diário mas nem tudo que escrevo tem capacidade de passar pelo crivo da minha exigência. Nem tudo acho necessário, interessante ou mesmo possível de ser compartilhado publicamente. E toda essa reflexão me permite entrar em contato com o fato de que escrevemos para nós, e publicamos para os outros. Ou de que, escrevo para mim e publico para o outro. Parece óbvio, mas pensa nisso mais um pouco. Expande a máxima para a sua vida. Pensa o que você faz por prazer e o desse prazer é compartilhado, e depois disso, se ainda é compartilhado, pense em por quê ou em quais circunstancias. Se esses pensamentos não te perturbarem comece a reflexão de novo, porque você provavelmente fez...

27 de agosto.

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Ontem foi uma data especial. Dia do psicólogo, uma data feliz, cheia de parabéns e reconhecimento. Data de regozijo, quando pelas palavras que nos chegam percebemos um bom caminho traçado, um bom plantio. Muito obrigada a todos. Minha gratidão aos amigos, pacientes, familiares e conhecidos. Minha gratidão aos meus pacientes independente de saberem se era ou não dia, aos meus orientandos, em sua maioria também psicólogos. É no caminhar do dia a dia, nos encontros e desencontros, nos mergulhos e nos respiros que a profissão se dá. Na interface da presença de cada um que a minha presença se integra. Não sou terapeuta, psicóloga, analista, psicoterapeuta corporal, winnecotiana, bioniana, freudiana e etc...me faço tudo isso a cada encontro. A cada necessidade, a cada resposta ou em busca de cada uma. A cada pergunta, a cada questão, a cada sensação e movimento. Meu e do outro. Do outro e meu. Minha gratidão por essa entrega e integra-ação. Nem sempre gosto do que encontro....

Verdade, amor e vida...não necessariamente nessa ordem.

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Não quero que o blog se transforme num espaço exclusivo de homenagens e comemorações de aniversário mas ocorre que tenho muito leoninos e escorpianos na minha vida, então julho, agosto e novembro são meses intensos. Presentes materiais nem sempre representam o que precisamos e como as palavras são minhas amigas, escrever muitas vezes é o que eu posso oferecer de melhor, expressando o afeto que me vai no peito. Além disso, o cotidiano que me oferece inspiração para isso, então uso dessas datas e figuras para aproveitar e compartilhar um tanto do que me vem a mente. Na linha da homenageada de hoje, essa sou eu e meus amores são expressos no meu andar, falar, escrever e viver... Bom, dito isso que me perdoem os que me leem e terão mais um texto desses, mas hoje preciso falar de Marelaine Prandi. O que embora possa ser lido como um texto declaração de amor, também pode conter muitas reflexões e possíveis aprendizados porquê quando penso nela ecoam três palavras na minha mente: VIDA...

Voltando a programação normal...

ou pelo menos tentando. Quero poder escrever mais, minhas idéias fervilham e muitas vezes deixo passar o estímulo inicial pelo auto e alto senso crítico que me castra, me faz pensar que o conteúdo não é interessante, que não passaria pelos melindres atuais, que muitas vezes me expõe e blablablá. Mas cheguei ontem do Brasil, com tantas sensações, impressões, mistérios e aprendizados a elaborar que tudo isso ficou pequeno e resolvi re-tentar. Li meu primeiro texto, que dizia que nem sabia se era para ser lida e recordei da real intenção com o blog, e pensei que precisamos muitas vezes abaixar nosso senso crítico, que se liga com o volume alto da opinião alheia e nos silencia muitas vezes. Superego severo mores. Sufoca e sufoca até que mata, mas por aqui não...hoje não. Nessa linha, pensei e pensei, de tudo que queria poder pensar alto, compartilhar, escrever e elaborar. Pensei na minha família, na daqui e na de lá. Nos amigos, nos momentos, nas conquistas, nos frios na barriga,...